sábado, 28 de maio de 2011

TÓPICO DE FICHAMENTO

GINCANA:
FICHAMENTO 5

SOUZA,R.M; LEHN,C.N; DENARDIN,O.V.P.NÍVEIS SÉRICO E SALIVAR DE IMUNOGLOBULINA A EM PORTADORES DE CÂNCER DA BOCA E OROFARINGE .REV ASSOC MED BRAS 2003; 49(1): 40-4


“As imunoglobulinas pertencem a classe das gamaglobulinas, proteínas plasmáticas que exibem propriedades imunológicas. Embora outras proteínas do soro possam participar dos fenômenos imunológicos, elas não apresentam o mesmo grau de importância das gamaglobulinas. As imunoglobulinas são classificadas, de acordo com suas características físico-químicas e biológicas, em cinco sub-grupos representados pelas letras A, D, E, G e M”.(PÁG.40)

“A IgA desempenha papel importante na neutralização e eliminação de antígenos locais e na modulação de fatores imunológicos teciduais ou humorais. Lehner4 estudou a participação da imunodeficiência celular intermediária no desenvolvimento do carcinoma oral demonstrando Ag associação entre modificações imunológicas e transformação carcinomatosa da leucoplasia”. (PÁG.40)

“Em indivíduos com câncer, a síntese de anticorpos pode estar comprometida ou exacerbada, na dependência dos mecanismos imunológicos envolvidos na proliferação de células tumorais, determinando elevação ou redução nas concentrações de frações das imunoglobulinas. O carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço apresenta deficiência imunológica caracterizada por alto grau de desordem na produção de células plasmáticas com reflexo na produção de imunoglobulinas.(PÁG.40)

“A imunoglobulina A é a forma isotípica dominante de gamaglobulina em todas as superfícies de mucosa e atua como um sistema de defesa, de primeira linha, contra a invasão microbiana. Este componente imunológico inibe a aderência dos microrganismos à superfície das células da mucosa e impede a penetração nos tecidos orgânicos. Ligase aos leucócitos polimorfo nucleares e pode também ativar a via alternativa do complemento, fornecendo um mecanismo extra de
proteção contra determinados fatores”. (42)

“O nível sérico de IgA não apresentou diferença entre os pacientes com câncer de boca e orofaringe e os indivíduos normais. A IgA salivar, medida por duasmetodologias diferentes, foi significativamente mais baixa nos portadores de câncer de boca e orofaringe quando comparados com os componentes do grupo controle”. (PÁG.43)



TÓPICO DE FICHAMENTO

GINCANA;
FICHAMENTO 4

Borges, F.T; Garbin ,C.A.S; Carvalhosa,A.A; Castro,P.H.S; Hidalgo,L.R.C;Epidemiologia do câncer de boca em laboratório público do Estado de Mato Grosso, Brasil.Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(9):1977-1982, set, 2008

“O câncer de boca é o quinto tipo de câncer em incidência em todo o mundo, sendo muito freqüente na Ásia (Índia, Cingapura e outros países da região) representando mais de 50% de todos os diagnósticos de câncer 1. Na Índia o câncer de boca é o tipo de neoplasia maligna mais incidente nos homens e ocupa a terceira posição entre
as mulheres . (PÁG. 1977)

“Estudos relacionam a associação entre o câncer de boca e a pobreza, onde os indicadores de mortalidade e morbidade são ruins nas áreas de baixo nível sócio-econômico 2. Sturgis 1, Oliveira et al. 3 e Carvalho et al. 4 destacam que as características culturais do povo, o nível sócio-econômico da sociedade e o grau de acesso ao tratamento e tecnologia nos serviços públicos de saúde determinam a variação da incidência do câncer de boca no mundo. Em países desenvolvidos, o
câncer de boca apresenta taxas de incidência e mortalidade menores quando comparados aos países em desenvolvimento” .(PÁG.1977)

“No Brasil, o câncer de boca representa  o quinto tipo de câncer em incidência entre os  homens e o sétimo entre as mulheres 5. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima para 2008 uma taxa bruta em homens e mulheres, respectivamente, de 11,00 e 3,88 casos novospor 100 mil habitantes  ”.(PÁG.1977)

“O sexo feminino predominou em 2005 com 58,3% dos diagnósticos de câncer de boca. No ano de 2006 o sexo que predominou foi o masculino com 71,8%. Este dado está próximo ao verificado na cidade do Rio de Janeiro por Leite & Koifman 7 entre 1996 e 1997. Vários estudos que indicam o sexo masculino o mais acometido pelo câncer de boca 1,5,15,17 “.(PÁG. 1979)

“Neste estudo os dados epidemiológicos mostraram a assimilação, por parte das unidades de saúde, do serviço de patologia bucal do MT Laboratório, que aumentou sua rotina em 269%. O registro do câncer de boca no MT Laboratório aumentou em 266% entre 2005 e 2006. Os homens em idade produtiva foram os mais acometidospelo câncer de boca. A maioria dos pacientes procedia do interior do estado. Conclui-se com este estudo que em dois anos de funcionamento o serviço público de patologia registrou um considerável número de casos de câncer de boca”. (PÁG.1981)

TOPICO FICHAMENTO

GINCANA
FICHAMENTO 3-
SANTOS ,L . C .O; BATISTA ,O .M ; CANGUSSU , M.C. CARACTERIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO TARDIO DO CÂNCER DE BOCA NO ESTADO DE ALAGOAS. BRAZILIAN JOURNAL OF OTORHINOLARYNGOLOGY 76 (4) JULHO/AGOSTO 2010
“É através da epidemiologia que se pode afirmar que o câncer bucal é uma doença de alta incidência no mundo que vem sendo considerada como problema de saúde pública e que a prevenção e o diagnóstico precoce constituem as melhores formas de reverter essa situação”.(PÁG. 417)

“O diagnóstico precoce é dificultado pelo fato de que as lesões iniciais, geralmente assintomáticas, não são valo­rizadas pelo próprio indivíduo e nem pelos profissionais de saúde, sugerindo falta de conhecimento da patologia, deficiência na procura de atendimento médica por parte do indivíduo e/ou do acesso e qualidade da assistência à saúde, fator este ligado a uma ausência de programas governamentais que visem à prevenção e de um sistema de saúde eficiente. (PÁG.417)

“O sítio anatômico mais acometido foi a língua, seguida do palato mole, resultados coincidentes com a literatura onde se constatou o predomínio da língua como a localização mais freqüentemente atingida15,18,19, porém divergentes dos apresentados por outros autores25,26”. (PÁG.420)

“Foi possível observar uma larga maioria de pa­cientes com tumor em estádio clínico avançado, sendo classificados como T3 ou T4, resultado este coincidente com os de alguns autores9,12, comprovando que os pa­cientes quando chegam aos serviços de saúde, a doença se encontra em um estágio avançado”.(PÁG.420)
“Conforme mostram diversos autores4,27,28,29, o tempo decorrido entre a percepção dos sintomas e o diagnóstico e tratamento corretos interfere na evolução e no prognós­tico dessa doença e também na qualidade de sobrevida dos pacientes”.(PÁG.420)
“Os pacientes mais atingidos foram do gênero masculino, melanoderma, faixa etária acima dos 60 anos, trabalhadores rurais, tabagistas e etilistas.(PÁG. 421)
“O atraso no diagnóstico do câncer de boca ocorreu mais pela ignorância por parte dos pacientes, que pelos profissionais, apesar de ter sido detectado um índice sig­nificativo em relação ao desconhecimento e despreparo do profissional em relação às lesões suspeitas da boca, o que dificulta o encaminhamento dos paciente.(PÁG. 421)
“O pouco conhecimento sobre a doença entre pa­cientes e profissionais de saúde, o medo do diagnóstico e as dificuldades para acessar o sistema de saúde são causas importantes para o atraso no diagnóstico. Os pacientes, algumas vezes, são descritos pelos profissionais como os responsáveis pela doença. Os profissionais de saúde são fundamentais no diagnóstico do câncer bucal e devem ter consciência dessa responsabilidade e não culpar os pacientes pelo atraso no diagnóstico. É preciso não só conhecimento, mas atitudes positivas, valores pessoais, habilidades no relacionamento, domínio psicológico e autoconfiança como subsídio ao sucesso do tratamento”.( PÁG. 421)


TOPICO DO FICHAMNETO

 GINCANA:
FICHAMENTO 2-




REZENDE,C.P ; RAMOS,M.B ; DAGUÍLA,C .H; DEDIVITIS, R.A; RAPOPORT,A. ALTERAÇÕES DA SAÚDE BUCAL EM PORTADORES DE CÂNCER DA BOCA E OROFARINGE. REV BRAS OTORRINOLARINGOL  2008;74(4):596-600.
“Os dois principais fatores de risco relacionados ao câncer da boca são o hábito de fumar e o consumo exces­sivo de bebidas alcoólicas. Existe um efeito sinérgico entre esses fatores e uma relação diretamente proporcional com a quantidade e tempo de exposição. Entretanto, outros fatores têm sido associados ao desenvolvimento do câncer da boca e orofaringe, incluindo agentes biológicos, como o papiloma vírus humano (HPV), higiene oral precária, história pregressa de neoplasia do trato aerodigestivo e exposição excessiva à luz ultravioleta (câncer do lábio). A grande maioria dos cânceres de boca é diagnosticada tardiamente. Para um diagnóstico precoce, está indicado o auto-exame ou o exame periódico por profissionais”.(PÁG.597)

”As recomendações nacionais indicam que sejam estimuladas a higiene oral e visitas regulares ao dentista como medidas de prevenção. O exame clínico cuidadoso da boca deve ser realizado em todas as consultas, mesmo que a queixa  induzida por uma reação inflamatória que leva a um colapso dos tecidos de suporte do dente. A manuten­ção do equilíbrio entre o sistema de defesa do hospedeiro e os microorganismos no sulco gengival é essencial para preservar a saúde. Apoptose e proliferação são fenômenos importantes para regulação dessas atividades e a perturba­ção desse sistema muitas vezes está associada a doenças como câncer, SIDA e artrite reumatóide”(PÁG. 600)

“O melhor meio de combater o câncer oral é a pre­venção, através do diagnóstico precoce e da tentativa de eliminação dos fatores de risco. O insucesso observado nos programas de redução do uso de álcool e tabaco justifica que outros fatores coadjuvantes sejam avaliados e, na medida do possível, modificados. A educação em saúde, através de programas que visem à valorização das ava­liações periódicas e a importância do exame da cavidade oral são as maiores armas disponíveis para diminuir a alta ocorrência do câncer oral em nossa comunidade”(PÁG.600)

TÓPICO FICHAMENTO DE 10 ARTIGOS

GINCANA:
FICHAMENTO 1-


BORGES,D .M .L; SENA, M .F; FERREIRA,M .A .F; RONCALL I,A .G.MORTALIDADE POR CÂNCER DE BOCA E CONDIÇÃOSÓCIO-ECONÔMICA NO BRASIL.CAD. SAÚDE PÚBLICA, RIO DE JANEIRO, 25(2):321-327, FEV, 2009


“O câncer é uma enfermidade crônica degenerativa que apresenta um crescimento desordenado (maligno) de células, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. O termo “câncer oral” pode ser encontrado na literatura como sendo todos aqueles tipos de cânceres localizados na cavidade oral, incluindo a orofaringe, apresentando, como sítios anatômicos, de acordo com a Classificação Internacional das Doenças – CID, a base da língua (C01), outras partes não especificadas da língua (C02), glândulas salivares (C07/C08), gengiva (C03), assoalho da boca (C04) e palato (C06) 1”.  (PÁG321)

“A etiologia dessa neoplasia é multifatorial e, apesar de todo o avanço tecnológico obtido até o momento, os agentes etiológicos para o câncer ainda são uma incógnita. Dentre os fatores de risco do carcinoma oral, pode-se citar os extrínsecos– as substâncias químicas (tabaco, álcool), agentes físicos (traumas mecânicos) e biológicos – e os intrínsecos, que correspondem aos estados sistêmico ou geral do indivíduo 4. Como fatores de proteção, alguns estudos observaram que o consumo de frutas e de vegetais consiste em medidas efetivas contra o câncer oral “.(PÁG. 322)

“No presente estudo, os dados encontrados são aparentemente contraditórios, posto que um dos indicadores que aferiu a desigualdade social (mortalidade infantil) apresentou uma correlação inversamente proporcional com o índice de mortalidade por câncer oral, enquanto que o índice de gente  não mostrou qualquer correlação. No entanto, considerando que a exclusão social é um achado comum em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento e, conseqüentemente, a baixa esperança de vida ao nascer justifica os resultados, na medida em que o risco de morrer por câncer aumenta com a idade, atingindo valores máximos em torno dos 50-69 anos 16”. (PÁG.324)

“Um maior desenvolvimento sócio-econômico e o conseqüente aumento da esperança de vida parecem justificar a correlação entre a mortalidade por câncer e altos indicadores sociais. No entanto, devem-se considerar as limitações próprias de um estudo do tipo ecológico, além dos sub-registros verificados nas capitais menos Desenvolvidas”. (PÁG.325)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Odontogeriatria

                                             
Odontogeriatria é uma especialização da Odontologia que cuida da saúde bucal de idosos, prevenindo e tratando os problemas comuns a essa faixa etária. Trata-se de uma nova especialidade odontológica. A sua existência atual se deve principalmente a dois fatos: primeiro o número de idosos aumentou muito (diversos fatores tais como a medicina moderna e a prevenção aumentaram muito a sobrevida da população); e, em segundo lugar, os idosos têm mais dentes.

Diversos perguntam da necessidade da Odontogeriatria, por que não o clínico geral tratar os idosos? Eis aqui algumas justificativas:

1 - Problemas bucais comprometem sistema digestivo do idoso e saúde sistêmica
2 - Falta de dentes aumenta chances de morte por câncer, infarto e derrames cerebrais
3 - O seguinte artigo contém tabelas de doenças sistêmicas prevalentes no idoso que deveriam ser de conhecimento dos dentistas: Interferência do perfil epidemiológico do idoso na atenção odontológica
4 - O conhecimento da necessidade de proceder a profilaxia antibiótica em casos específicos justifica um conhecimento maior do CD especialista em idosos. Ou seja, um dentista desavidado pode levar a bacteremias com consequencias importantes ao idoso.
5 - Mudanças da boca com o envelhecimento:
Diversas são as mudanças que ocorrem com o envelhecimento em todo o organismo. Na boca podemos notar que, entre outras coisas que:
  • As mucosas ficam mais sensíveis e finas.
  • As colorações dos dentes podem mudar.
  • Pode ocorrer a diminuição da quantidade de saliva, geralmente devido à efeitos colaterais de medicamentos causando a secura na boca, conhecida como Xerostomia.
  • Diminuição na percepção dos sabores o que pode levar ao alto consumo de temperos na alimentação e agravar problemas como diabetes e pressão alta.
                                                 
Problemas mais comuns em idosos:            
Os dentes são perdidos principalmente devido à cárie e a doença periodontal (inflamação do tecido ao redor do dente). Essas doenças ocorrem quando existe a união de alguns fatores como: má higiene oral, restos alimentares, bactérias, etc. Essa união gera substâncias que atacam os dentes e a gengiva provocando as doenças.
 Como ter uma boca saudável na Terceira Idade para manter a qualidade de vida?
A saúde bucal é essencial para manter a qualidade de vida em todas as etapas da vida e é na terceira idade que os cuidados odontológicos se tornam importantes, pois tem a ver com o conforto, a socialização e a auto estima.
O idoso deve consultar um dentista para que avalie sua condição bucal, e no caso da “boca seca”, sejam recomendados produtos que promovam bem estar!!!

                                   

     
        Oferecer um sorriso torna feliz o coração!
                                                                                          
                                                                                                                          Amanda Alencar

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Odontologia Legal



Área da odontologia que trata da tanatologia (investigação da identificação humana pós-morte e, no caso, dos problemas médico-legais com ela relacionados), a infortunística (ramo da medicina e do direito que estuda os acidentes do trabalhos e suas conseqüências) e a deontologia (o estudo dos princípios, fundamentos e sistemas de moral) em todos os seus aspectos, incluindo a ética.


A identificação humana pós-morte é uma das grandes áreas de estudo e pesquisa da Medicina e Odontologia Legal, pois as duas ciências trabalham com o mesmo material, ou seja, o corpo humano, em vários estados do pós-morte (esquartejado, dilacerado, carbonizado, macerado, putrefeito, em esqueletização e esqueletizado), sempre com o mesmo objetivo, ou seja, estabelecer a identidade humana.
O Odontolegista atua em todos os níveis periciais, e como tal, pode ser nomeado pelo Juiz para atuar em perícias criminais e civis, além de poder ser nomeado como assistente do réu ou da vítima.
A ciência avançou, a Odontologia Legal avançou

As técnicas de DNA abriram uma grande perspectiva para o dentista, porque até mesmo naqueles casos onde o vestígio humano é ínfimo, ele tende ser sempre ou quase sempre os dentes, pois eles são as peças mais resistentes do corpo humano. Sabemos que dentes resistem muito mais que outro tecido à degradação pós-morte e às variações de temperatura e pressão. Então, o dentista é constantemente chamado porque além da tradicional identificação de arcadas, que é rápida, simples e barata, ele tem a possibilidade de executar a identificação por meio dos exames de DNA das peças mais resistentes do organismo, os dentes.

A chegada do DNA na investigação em Odontologia Legal

Vimos por esses casos realmente históricos e em milhares de outros eventos (guerras, acidentes aéreos, incêndios, assassinatos acompanhados pela imprensa) que "análises odontológicas foram um determinante seguro na procura por identificação de restos humanos específicos nos últimos séculos. No final dos anos 80 - do século 20 - apareceu uma notável tecnologia que integra um fato curioso sobre o gênero humano, esmalte e odontologia legal, diz o dr. Harold Slavkin, do National Institute of Dental Research (NIDR), em Bethseda, Maryland, EUA.
Não somente as formas, contornos e tamanhos dos dentes humanos indicam o sexo biológico, avanços científicos recentes patrocinados pelo NIDR mostram que a mais importante proteína encontrada no esmalte humano - amelogenina - tem uma 'assinatura' diferente (ou tamanho e padrão da seqüência de nucleotídeos) no esmalte de homens e mulheres. A diferença no tamanho e padrão desse dois genes é bastante suficiente para ser usada como um determinante eficiente de sexo em amostras muito pequenas de DNA obtidas de esqueletos e restos humanos.
Confiável e barato, o método de identificação dentária permanece como o mais consistente, já nas situações onde registros dentários não são disponíveis as amostras de DNA são a estratégia ideal, o que se vê constantemente em casos de investigações criminais e jurídicas.
No passado, confiamos em impressões digitais, métodos odontológicos, radiológicos e patológicos para identificação, agora, em adição a esses métodos, as ferramentas da biologia molecular estão sendo usados com uma freqüência cada vez maior, e a identificação vem sendo baseada em tipificação de DNA, uma nova abordagem para a busca da identidade.